Habilidades BNCC

  • EM13CHS606
    Analisar as características socioeconômicas da sociedade brasileira – com base na análise de documentos (dados, tabelas, mapas etc.) de diferentes fontes – e propor medidas para enfrentar os problemas identificados e construir uma sociedade mais próspera, justa e inclusiva, que valorize o protagonismo de seus cidadãos e promova o autoconhecimento, a autoestima, a autoconfiança e a empatia.

Para saber mais

Acesse estes links/vídeo/livro….

  1. FILIPPE, Marina. Em empresas como Ambev, Boticário e Burger King ativismo dá resultado. In. Exame. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/revista-exame/ativismo-da-resultado/>. Acesso em: 16 mai 2020.
  2. PONTES, Nádia. O peso do ativismo digital em defesa da Amazônia. In. Deutsche Welle. Disponível em: <https://p.dw.com/p/3ON01>. Acesso em: 16 mai 2020.
  3. Ativismo de sofá? Como o webativismo tem dado o tom a debates nacionais. In. Huffpost. Disponível em: <https://www.huffpostbrasil.com/entry/webativismo-tom-debates_br_5e39f927c5b6706829535a07>. Acesso em: 16 mai 2020.

Roteiro do Vídeo

Olá a todos!

O tema da aula de hoje é: “protagonismo”!

Quando você identifica um problema na sua escola, no seu bairro, na sua cidade, o que você faz? Com quem você conversa?

Como você convence outras pessoas a te ajudar naquela solução?

Ainda hoje, existem diversos espaços de socialização, como a rua em que você mora, a praça no centro da cidade e até mesmo a escola.

Contudo, recentemente, um novo espaço ganhou força: a internet!

Na rede, você transmite uma mensagem que pode atingir muitas pessoas que você nem mesmo conhecia.

Além disso, de forma conectada, as pessoas estão se organizando para se posicionar politicamente e exigir mudanças e melhorias em diversos campos.

E você?

Já organizou ou participou de alguma reivindicação?

Ao longo do vídeo, preste atenção nos problemas apresentados e em como o uso da internet impulsionou a criação soluções para essas questões.

 

Vídeo 1: Temp. 10 Ativismo e internet – Alessandra Orofino

Parceiro realizador:  Canal Futura

Duração: 13’00’’

http://www.futuraplay.org/video/ativismo-e-internet-alessandra-orofino/386184/

 

Vídeo 2: Me Too e Times Up | Projeto Meme

Parceiro realizador:  Canal Futura

Duração: 13’23’’

 

Vídeo 3: Temp. 12 Não é contra os homens – Antonia Pellegrino

Parceiro realizador:  Canal Futura

Duração: 07’00’’

http://www.futuraplay.org/video/nao-e-contra-os-homens-antonia-pellegrino/435472/

Atividade sugerida para aprender sobre o tema

Nos vídeos, diversas pessoas relataram problemas pessoais e como essas experiências a impulsionaram a se juntar com outras pessoas em busca de soluções.

Todas essas experiências têm algo em comum.

O movimento foi ampliado quando atingiu as redes sociais.

Escolha um desses relatos, identifique o problema e explique como as redes sociais ajudaram a dar visibilidade para a causa.

Como saber se a atividade está correta?

Ao longo dos vídeos, há diversos relatos, entre os quais podemos destacar alguns.

Nos Estados Unidos, em 2006, a ativista Tarana Burke criou o slogan “me too”, para estimular as mulheres vítimas de abuso a falar sobre o que viveram e assim criar uma comunidade de apoio.

Após mais de dez anos, a atriz Alyssa Milano começou a utilizar a #metoo diante de diversas denúncias contra o produtor de Holywood Harvey Weinstein.

Essa hashtag extrapolou o seu contexto e passou a ser utilizada por mulheres de todo o mundo para relatar as suas experiências e dar suporte para quem passou por experiências similares.

No Brasil, foram apresentados dois movimentos.

O primeiro foi iniciado pela jornalista esportiva Gabriela Moreira, e se chama “Deixa ela trabalhar!”.

Depois de sofrer diversos abusos em estádios de futebol enquanto trabalhava, ela resolveu começar esse movimento nas redes sociais.

Com o tempo, ela não ganhou apenas o apoio de outras colegas jornalistas, mas também de grandes veículos de mídia.

O segundo foi organizado por Aisha Jacob, depois que ela foi vítima de assédio no carnaval do Rio de Janeiro.

Em 2016, junto com alguns apoiadores, ela conseguiu produzir tatuagens de colar na pele, que foram distribuídas para as mulheres durante o carnaval.

O movimento ganhou a internet com o slogan “não é não”, e se espalhou pelo país a partir de 2018.

E você? O que você gostaria de mudar?

Para saber mais, é só apontar a câmera do celular para o QR code que está na tela.

Até a próxima!